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No ritmo: por que dançar faz bem?

Saiba mais sobre os diversos benefícios da dança.

Se você perguntar a várias pessoas o que elas pretendem fazer em um final de semana, não serão raras aquelas que lhe responderão: “Vou sair para dançar com os amigos”. Ou, para outras, o que elas gostariam de melhorar em si mesmas ou até quanto a planos para 2020, uma parcela igualmente substancial responderia que é “dançar". Há muitas pessoas que desejam aprender a dançar, outras aperfeiçoar-se em algum estilo e há aquelas que procuram a dança como uma espécie de terapia.

Por que dançar faz tão bem?

Considera-se a dança como “a arte de movimentar o corpo”. E, além de questões físicas, o ato de dançar também é extremamente positivo para a estrutura emocional da pessoa que a pratica. Saiba mais sobre os benefícios:

Coração: O desenvolvimento cardiovascular é sempre esperado em qualquer atividade física e com a dança isso não é diferente. A movimentação contínua faz com que o coração acelere os batimentos permitindo ao praticante experimentar várias zonas de frequência cardíaca.

Tônus: Apesar de não ser uma atividade focada na musculatura, o constante movimento faz com que o tônus se torne mais firme. As regiões mais favorecidas são as pernas e os glúteos.

Postura: Para o bom desempenho do estilo, ter a postura adequada é fundamental. Dessa forma, a boa postura é adotada não só para a prática da dança, mas também para o dia a dia dos praticantes.

Coordenação Motora: Talvez a mais óbvia das melhorias corporais propiciadas pela prática da dança. Além da coordenação propriamente dita para a execução correta dos passos, também melhora o equilíbrio e a percepção espacial.

Maior disposição: A prática de qualquer atividade física causa um estímulo no aumento da energia corporal e, consequentemente, da disposição para outras atividades do dia a dia.

Redução de estresse: A prática da dança se reveste de uma atmosfera muito divertida, leve e contagiante. Esses componentes, em conjunto com a atividade física propriamente dita, diminuem os índices de stress impactando aspectos importantes da vida de uma pessoa, como uma melhor noite de sono, por exemplo.

Envolvimento social: Uma parceira ou um parceiro sempre será parte da prática da dança. Isso leva os praticantes a conexões pessoais que contribuem com uma maior interação social, estabelecendo laços bastante saudáveis na parte emocional.

Aumento da confiança e autoestima: Nada melhor do que se propor um desafio para comprovar por si mesmo suas capacidades. Com a dança não é diferente. Ao aferir o sucesso ao executar os movimentos exigidos pelo estilo que se escolheu, a pessoa aumenta a sua confiança em si mesmo e, por tabela, sua autoestima.

Melhoria da memória: A necessidade de guardar os passos da coreografia de um estilo em especial exige por parte de seus praticantes também o exercício da memória, estimulando-a, dessa forma. Assim, podemos ver que a dança também é uma atividade que ajuda a prevenir eventuais problemas mentais, como o mal de Alzheimer.

Entretenimento: Interação social, prática física, melhoria da memória. Todos esses possíveis benefícios por si só já fazem com que outro ponto positivo da dança seja o vivenciar por parte de seus praticantes de uma situação extremamente divertida e que causa bem-estar. Ou seja, é entretenimento garantido!

As modalidades

Vários são os estilos que podem dar às pessoas os benefícios acima. E essa é outra vantagem, pois suas diferentes coreografias permitem aos praticantes diversos desafios, objetivos e benefícios. Vejamos algumas delas:

  • Gafieira: Sempre feita a dois com o homem conduzindo, é carioca do século XIX e instrumentalizada pelo cavaquinho, percussão e violão.
  • Zouk: Caribenho, lembra a lambada, megassucesso no Brasil nos anos 90 e no resto do mundo. Misturou ritmos da região com outros africanos originando a versão brasileira.
  • Tango: Talvez a maior e mais conhecida manifestação da cultura argentina mundo afora, o tango foi criado pela influência de imigrantes da Itália, França e Espanha nascida nas periferias de Buenos Aires. O violino, a flauta e o violão guiam os passos rápidos e lascivos desse ritmo encantador.
  • Salsa: Cuba não poderia ficar de fora dos melhores ritmos para dançar. Rodopie bastante ao som de maracas, cravos, trompetes e cravos.
  • Forró: Quem nunca dançou forró pelo menos uma vez na vida? Nascido no interior do Nordeste ainda no século XIX, os parceiros dançam colados um no outro com movimentos que percorrem todo o salão.

E, nada melhor do que praticar uma atividade física em um lugar que oferece segurança, qualidade e a estrutura adequadas para que você atinja os resultados que tanto almeja. Nas terças, quintas, sextas e sábados o Santa Mônica Clube de Campo oferece a seus associados aulas na modalidade para adultos e crianças. Os ritmos são bastante variados: Dança de salão; Samba; Sertanejo; Tango e Zumba. Clique aqui e saiba mais.

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