UM GRANDE NEGÓCIO PARA O CLUBE
Muitas especulações e questionamentos andam burburando no Clube sobre o Hotel no Santa Mônica. Então, para sanar algumas dúvidas, explicaremos de maneira resumida qual é a ideia do empreendimento e como será a sua relação com o nosso Clube, caso o projeto seja aprovado em Assembleia Geral.
Uma equipe está trabalhando desde fevereiro de 2010 para que o Hotel se torne uma realidade, são eles: o Gestor do Projeto o engenheiro Sergio Costa, a arquiteta Flávia Montingelli e Gilberto Cordeiro, o qual realizou o estudo de viabilidade do empreendimento. De acordo com o Presidente do Santa Mônica Clube de Campo, Raul Alcântara de Souza, a ideia de se ter um Hotel no Santa Mônica está prevista desde o início da Gestão Compartilhada e dentro do Plano Diretor de Desenvolvimento do Clube.
Porque um Hotel dentro do Clube? Esta é a primeira pergunta que todos os associados fazem ao saber da construção de um empreendimento hoteleiro dentro do Santa Mônica. Segundo Sergio Costa, o hotel não será dentro do Clube e, sim, as suas margens, mais precisamente, com divisa de seu território. Para tanto, esta parte do terreno que hoje não é utilizada, deverá ser desmembrada antes, para que a área possa ser permutada para a construção do hotel, ter IPTU próprio, a fim de gerar receitas para o Clube.
Os estudos de Viabilidade Econômica elaborado por Gilberto Cordeiro e outros consultores do ramo sinalizaram positivamente para construção deste empreendimento. Os itens estão sendo trabalhados há mais de um ano em conversas com consultores deste mercado: empresas de administração hoteleira, investidores, tudo em perfeita sintonia com a Diretoria do Santa Mônica que tem sido cuidadosa com este processo, para não causar danos ao Clube e, consequentemente, aos seus associados. Os diversos motivos que serão expostos a seguir comprovam esta vertente positiva para a construção do empreendimento:
• O potencial turístico de lazer é cada vez mais crescente em Curitiba que se apresenta com muitos atributos favoráveis como cidade modelo mundialmente conhecida.
• Os eventos esportivos de grande vulto que exigem hospedagem para seus atletas e, também, solicitam reservas para seu corpo técnico, diretores, colaboradores, torcedores, patrocinadores e convidados, tem deixado o Clube às margens da expectativa, quando estes hóspedes são levados para outras praças por falta de acomodação.
• Como os investimentos não sairão dos cofres do Santa Mônica a sua relação será apenas de investidor, em troca das unidades habitacionais que o Clube receberá, produto da permuta realizada pelo terreno oferecido para edificar o empreendimento.
• As receitas extraordinárias oriundas das unidades habitacionais que o Santa Mônica terá direito pela permuta do terreno serão incorporadas aos cofres do Clube para promover melhorias em benefício dos associados.
• O empreendimento não será apenas um Hotel, mas, também, abrigará em sua área outros atrativos como um Centro de Convenções, Restaurante, que promoverão eventos corporativos para atender a demanda oferecida do mercado, complementando a estrutura oferecida pelo Clube. Principalmente, levando em consideração a nossa região Sul com seu potencial industrial e comercial de grande relevância.
• O empreendimento estará pronto para atender também aos eventos da Copa do Mundo de 2014, Olimpíadas de 2016, além de grandes torneios de Golfe, Tênis, Voleibol, Basquete, Conferências, Simpósios, Seminários, Feiras, entre outros.
• Aprovando o projeto do Hotel na Assembleia, o Santa Mônica será o único clube brasileiro com um complexo hoteleiro, agregando assim valor a sua imagem institucional. Além disso, o empreendimento complementará a infraestrutura e poderá trazer diversos eventos, parcerias, patrocínios e outras formas de arrecadação em benefício de seus associados e de seu patrimônio.
SM :: Como será o empreendimento?
R :: Ele será construído em uma área de 13.497 m², composto por 200 unidades habitacionais, sendo 160 apartamentos luxo com 36 m² cada e 40 suítes de 60 m² cada. O Santa Mônica será proprietário de 27 unidades em permuta ao terreno, o que gerará renda extraordinária das ocupações de seus apartamentos. O Hotel contará também com Piscina Aquecida, Piscina Externa, Academia, Salão de Jogos, Centro de Convenções, Restaurante, Spa, Salas para Eventos, Recepção, Bar Executivo e Sala de Projeção.
SM :: Quem são os investidores do Hotel?
R :: Como o empreendimento será um Pool de locação, inicialmente, será lançada uma campanha de venda das unidades que irão compor o empreendimento com exclusividade para os associados moniquenses. Em seguida, caso haja necessidade, e se ainda houver unidades disponíveis para venda será lançada por meio de uma campanha no mercado externo.
SM :: Quem vai operar o empreendimento?
R :: Como o Clube não tem experiência hoteleira, a administração será entregue a uma rede de hotéis que atua no mercado nacional e internacional, a fim de promover sua ocupação e gerar receitas que satisfaçam os seus investidores e que gerem lucros.
SM :: Os associados terão algum benefício para utilização do hotel?
R :: Provavelmente sim, por meio de um clube de benefícios a ser concretizado com a rede administradora do Hotel. A ideia é que sua família tenha uma tarifa especial para se hospedar e também seus familiares, ou quando quiser usufruir de quaisquer serviços que o empreendimento possa oferecer.
SM :: Como será feito o controle do acesso de ambas as áreas?
R :: As entradas serão diferentes e individualizadas. O associado continuará entrando pelas portarias do Clube e o hóspede fará a entrada diretamente pelo acesso do Hotel. Os hóspedes somente poderão frequentar as áreas do Clube mediante o pagamento de uma taxa para uso de áreas comuns e campo de golfe. Assim, como já acontecem com os atuais convidados de associados. O moniquense de forma alguma perderá sua prioridade como usuário de seu patrimônio, visto que o hotel disporá de piscina, spa, restaurantes, entre outros, que o hóspede terá total acesso. O Santa Mônica será responsável por cuidar da segurança de seu território, assim como, o hotel será responsável pelo acesso e segurança dentro de sua área. O associado poderá visitar o Hotel, e ao se hospedar e/ou usufruir dos serviços hoteleiros, também efetuará o pagamento de diária ou taxas.
SM :: E o impacto ambiental do empreendimento?
R :: Segundo a arquiteta Flávia Montingelli, o Hotel, por estar inserido no Santa Mônica e este possuir uma grande reserva ecológica, não poderia estar de fora na questão da sustentabilidade. O projeto do Hotel no Clube terá o compromisso e a responsabilidade do ambiente para associados e hóspedes, um projeto de racionalização de água e economia de energia em todo o sistema de troca de enxovais. Nos apartamentos, os hóspedes encontrarão um cartão explicativo que os convidará a participar de uma política de uso consciente do enxoval. Desta forma, as vantagens se estenderão à natureza e ao meio ambiente. Um programa de reciclagem que incluirá ações de coleta seletiva dos resíduos recicláveis, do óleo de cozinha e toners que poderão ser vendidos. Existe também um estudo do lixo orgânico total produzido, projeto de recomposição ambiental, informativos para os visitantes e hóspedes sobre a conscientização ambiental, flora, fauna, cultura local e uso de luzes eco-friendly (LED) para ajudar a conservar a energia. Existe a possibilidade de também utilizar cartões magnéticos feitos com materiais eco-friendly e bio PVC, oa quais são reutilizáveis e duráveis, idênticos ao cartão magnético comum.
SM :: Já tem investidores interessados?
R :: Sim, estão sendo realizadas diversas reuniões com empresas, bancos, redes hoteleiras que acreditam no empreendimento e demonstraram interesse em fazer parte do projeto, assim que aconteça a aprovação na Assembleia por parte dos associados.